Associação Latino-Americana de Energia RenovávelFundada em 2018 · Sede em São Paulo, Brasil
Manifesto · 2026

Uma agenda comum para a energia que move a América Latina.

A ALAGER reúne associações, geradoras e instituições da Argentina ao México para articular políticas públicas, defender o investimento em renováveis e representar o setor onde as decisões são tomadas.

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Países representados
0
Associados ativos
0 GW
Capacidade combinada
Quatro pilares
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Políticas públicas

Acompanhamento legislativo, contribuições técnicas a consultas regulatórias e diálogo permanente com órgãos do setor energético.

02

Articulação regional

Coordenação entre associações nacionais para posições conjuntas em foros internacionais e tratados de integração energética.

03

Inteligência de setor

Estudos técnicos, boletins regulatórios e dados de mercado distribuídos exclusivamente aos associados.

04

Defesa do investimento

Representação institucional perante governos, multilaterais e financiadores para preservar previsibilidade regulatória.

Da presidência
FOTO · MARCELO RENAULT · 3:4
Marcelo Renault
Presidente
“A transição energética latino-americana não será resolvida por um país sozinho. A ALAGER existe para que o setor fale com uma voz só quando isso for necessário.”

A presidência da ALAGER é eleita pela Assembleia Geral para mandatos de dois anos.

Agenda pública

O que estamos acompanhando

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Mercado05 nov 2026

CFE anuncia 400 MW de renováveis e 32 projetos de rede no México

A Comisión Federal de Electricidad (CFE) anunciou a contratação de 400 MW em novos projetos de geração renovável e a inclusão de 32 obras de infraestrutura de rede em sua carteira, enquanto avalia outras 60 iniciativas privadas do setor. O movimento amplia o espaço da geração limpa dentro de uma estatal historicamente associada ao fóssil e reorganiza a fronteira entre o investimento público e o capital privado no sistema elétrico mexicano. Para a América Latina, o sinal é relevante: a maior economia da região, depois do Brasil, começa a traduzir em ações concretas um discurso de retomada das renováveis. A CFE segue como ator incontornável da política energética mexicana, e a forma como combinará sua capacidade de investimento com iniciativas privadas definirá o ritmo de expansão da matriz limpa do país nos próximos anos. O desenho desses instrumentos, mais do que o volume anunciado, é o que o setor privado acompanha com atenção.

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Regulação05 nov 2026

Conteúdo local entra no centro do primeiro leilão de baterias do Brasil

A exigência de conteúdo local emerge como a variável decisiva do primeiro leilão de sistemas de armazenamento do Brasil. A chinesa HiTHIUM, que mira mais de um terço da disputa, articula sua estratégia diante das regras de nacionalização de componentes, evidenciando o peso que a política industrial terá sobre a competitividade da tecnologia no país. O episódio condensa um dilema que percorre toda a América Latina: como conciliar a atração de fabricantes globais de baterias com o interesse em formar cadeias produtivas locais. O leilão, o primeiro do tipo no país, funciona como teste para um modelo regulatório que outros mercados regionais observam de perto antes de desenhar seus próprios instrumentos de armazenamento. Para o investidor, o conteúdo local definirá margens e prazos; para o regulador, definirá o grau de maturidade industrial que o setor será capaz de entregar sem travar a expansão da capacidade.

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Eventos05 nov 2026

Agenda de leilões de novembro testa o apetite de investidores na América Latina

A agenda de licitações de novembro concentra, em poucos mercados latino-americanos, certames de geração, transmissão e armazenamento que funcionarão como termômetro do apetite do capital pelo setor elétrico regional. O conjunto de disputas previstas para o mês oferece uma leitura antecipada das prioridades regulatórias e dos fluxos de investimento que devem marcar a entrada de 2027. Cada certame carrega um peso distinto: os leilões de transmissão medem a confiança em projetos de longo prazo, os de geração renovável revelam o apetite por nova capacidade competitiva e os de armazenamento testam a aceitação de tecnologias ainda em amadurecimento regulatório. Para os formuladores de política, novembro é também um ensaio de credibilidade: resultados frustrados tendem a pressionar revisões de regras, enquanto disputas aquecidas reforçam a percepção de que a transição energética latino-americana segue financiável. A leitura dos desfechos ao longo do mês permitirá calibrar expectativas para um 2027 que se desenha como ano de consolidação.

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