Associação Latino-Americana de Energia RenovávelFundada em 2018 · Sede em São Paulo, Brasil
Manifesto · 2026

Uma agenda comum para a energia que move a América Latina.

A ALAGER reúne associações, geradoras e instituições da Argentina ao México para articular políticas públicas, defender o investimento em renováveis e representar o setor onde as decisões são tomadas.

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Países representados
0
Associados ativos
0 GW
Capacidade combinada
Quatro pilares
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Políticas públicas

Acompanhamento legislativo, contribuições técnicas a consultas regulatórias e diálogo permanente com órgãos do setor energético.

02

Articulação regional

Coordenação entre associações nacionais para posições conjuntas em foros internacionais e tratados de integração energética.

03

Inteligência de setor

Estudos técnicos, boletins regulatórios e dados de mercado distribuídos exclusivamente aos associados.

04

Defesa do investimento

Representação institucional perante governos, multilaterais e financiadores para preservar previsibilidade regulatória.

Da presidência
FOTO · MARCELO RENAULT · 3:4
Marcelo Renault
Presidente
“A transição energética latino-americana não será resolvida por um país sozinho. A ALAGER existe para que o setor fale com uma voz só quando isso for necessário.”

A presidência da ALAGER é eleita pela Assembleia Geral para mandatos de dois anos.

Agenda pública

O que estamos acompanhando

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Mercado21 set 2026

Chile conclui leilão de energia com margens mínimas e consolida renováveis com armazenamento

O leilão de suprimento de energia elétrica do Chile foi definido por margens de preço extraordinariamente estreitas, sinalizando a maturidade competitiva do mercado chileno e a consolidação das fontes renováveis combinadas a sistemas de armazenamento como base do suprimento regulado. O certame, aberto a projetos solares, eólicos e de baterias e fechado a carvão e diesel, reforça uma das trajetórias de descarbonização mais avançadas da região. Para o setor, o resultado indica que a competição entre tecnologias deixou de se limitar ao custo da energia e passou a premiar a capacidade de entregar firmeza e flexibilidade ao sistema. A experiência chilena tende a ser observada como referência por países que desenham seus próprios mecanismos de contratação, à medida que o armazenamento deixa de ser exceção e se torna condição estrutural dos leilões.

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Inteligência21 set 2026

Minerais críticos colocam a política industrial no centro do desenvolvimento energético da América Latina

Relatório da UNCTAD coloca os minerais críticos no centro da agenda de política industrial da América Latina, apontando que a região detém parcela relevante das reservas de cobre, lítio e outros insumos essenciais à transição energética. O documento argumenta que a simples extração não é suficiente: o valor agregado depende de políticas industriais capazes de integrar a região às cadeias globais de baterias, veículos elétricos e equipamentos de geração. Para a ALAGER, o debate conecta diretamente a segurança energética à geopolítica dos insumos, num momento em que a competição entre grandes potências por acesso a minerais estratégicos se intensifica. A leitura é de que a América Latina dispõe de uma janela para converter dotação de recursos em desenvolvimento tecnológico e industrial, desde que a governança e os marcos regulatórios acompanhem a escala das ambições.

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Mercado21 set 2026

Pequenas hidrelétricas ganham espaço no atendimento à demanda crescente dos data centers no Brasil

A busca por fontes de energia firmes e contínuas para atender à expansão dos centros de dados no Brasil abre espaço para uma tecnologia historicamente consolidada na matriz do país: as pequenas centrais hidrelétricas. A Enebras sinaliza foco no atendimento direto a data centers, reduzindo a dependência de leilões regulados e apostando na contratação bilateral de energia. O movimento ilustra uma tendência mais ampla: o avanço acelerado da demanda por processamento de dados, impulsionado pela inteligência artificial, pressiona o setor elétrico a combinar renováveis intermitentes com fontes que entreguem disponibilidade constante. Para a ALAGER, o episódio reforça a importância de marcos regulatórios claros para a autoprodução e para contratos de longo prazo, elementos centrais à atratividade de investimentos em geração distribuída e em infraestrutura digital na região.

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