Mercado15 out 2026
AES Andes avança com 1,3 GW e consolida o Chile como polo de investimento renovável
O avanço de 1,3 GW em novos projetos de geração pela AES Andes sinaliza a retomada de um ciclo de investimentos em grande escala no Cone Sul. Com atuação concentrada no Chile e presença na Colômbia e na Argentina, a companhia amplia sua carteira em um momento em que a região busca conciliar a expansão da oferta com as metas de descarbonização. O movimento reforça o papel do Chile como destino prioritário do capital em energia renovável na América Latina. Segundo fontes do setor, o porte do programa reflete a confiança dos investidores na estabilidade regulatória chilena e na competitividade de seus recursos solar e eólico. Para a ALAGER, operações desse porte confirmam a tendência de consolidação de plataformas multi-país capazes de atrair financiamento de longo prazo, elemento central para acelerar a transição energética na região.
Posições15 out 2026
Nova cooperação regional acelera a transição energética na América Latina e no Caribe
O lançamento de um novo mecanismo de cooperação regional, conduzido com apoio da IRENA, amplia o espaço de coordenação entre os países da América Latina e do Caribe para acelerar a transição energética. A iniciativa surge em um contexto de fragmentação regulatória e de infraestrutura que historicamente limitou o aproveitamento do potencial renovável da região. Ao articular governos, agências e instituições financeiras em torno de uma agenda comum, o arranjo cria condições para destravar projetos de integração elétrica, descarbonização e atração de capital. Para a ALAGER, a cooperação institucional é um dos pilares menos explorados do debate energético regional e tende a ganhar protagonismo à medida que os países buscam escala e previsibilidade em suas políticas de transição.
Inteligência15 out 2026
Custo do hidrogênio verde em queda reforça a competitividade do Brasil no médio prazo
Novas projeções indicam que o custo do hidrogênio verde no Brasil deve manter trajetória de queda, ampliando a viabilidade econômica da cadeia no médio prazo. O país reúne condições estruturais favoráveis — matriz elétrica de baixo carbono, abundância de recursos eólicos e solares e base industrial diversificada — que o posicionam entre os potenciais fornecedores mais competitivos do mercado global. A evolução dos custos, segundo o levantamento, depende de fatores como escala dos projetos, acesso a financiamento e definição de marcos regulatórios de certificação. Para a ALAGER, a consolidação do hidrogênio verde como vetor exportador exige coordenação entre política industrial, infraestrutura portuária e acordos de certificação com mercados consumidores, agenda que ainda demanda atenção dos formuladores de política na região.